Financiamento segundo imóvel

Confira as melhores modalidades para a compra do segundo imóvel

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Sem categoria Publicado em 14/02/2019

Depois que o sonho da casa própria é conquistado, muitos começam a pensar no financiamento do segundo imóvel, seja para lazer (como casa na praia) ou para investimento. Independente de qual seja o seu objetivo, é fundamental optar por uma modalidade de pagamento que seja condizente com o seu perfil. Pensando nisso, separamos algumas das principais opções do mercado.

Quando vale a pena investir no segundo imóvel?

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Antes de começar a pensar em investir no segundo imóvel é necessário entender se vale a pena adquirir o bem. Confira alguns pontos que devem ser observados antes de fazer esse investimento:

1. O primeiro imóvel já foi quitado

Se a sua dívida com o primeiro imóvel já acabou, talvez seja o momento de pensar em comprar um novo bem. Como um valor fixo do seu orçamento fica livre, se esta quantia não for direcionada, o dinheiro pode acabar sendo gasto com supérfluos do dia a dia. Investir no mercado imobiliário é uma das melhores formas de começar a formar um patrimônio e garantir estabilidade financeira.

2. O segundo imóvel vai gerar renda extra

Já imaginou ter um investimento que praticamente se paga? Com o mercado imobiliário isso é possível. Imagina que na modalidade de crédito imobiliário escolhido, você pague uma parcela de R$ 1.000 e cobre um aluguel de R$ 1.500. Isso significa que além de não precisar desembolsar um dinheiro extra do seu orçamento pessoal, você ainda tem uma margem de lucro.

 

3. O segundo imóvel como fonte de lazer
Se os gastos com o novo imóvel cabem tranquilamente em seu planejamento financeiro, por que não aproveitar a chance de fazer um investimento para o futuro ao mesmo tempo em que curte o lazer no presente? Muitos optam por comprar um segundo imóvel em uma cidade litorânea próxima ao local que mora.

> Em nosso blog, temos um texto com todas as dicas necessárias de como comprar uma casa na praia. Confira!

Dúvidas frequentes sobre o financiamento do segundo imóvel

Quem tem imóvel quitado, pode financiar outro?

Sim, é possível financiar um novo imóvel já tendo uma propriedade quitada. Esta condição só não vale para o programa Minha Casa Minha Vida, pois um de seus critérios é o do beneficiário não participar de nenhum programa de habitação social do Governo.

Isso significa, quem já tem um imóvel pelo Minha Casa Minha Vida, não pode financiar um novo bem pelo mesmo programa. Contudo, ele pode realizar um financiamento ou consórcio imobiliário sem problemas.

Já quem tem imóvel quitado por outras formas que não sejam o do programa federal, pode realizar o segundo financiamento sem problemas. Na realidade, existe até a possibilidade de colocar o primeiro imóvel como garantia financeira. O processo é o mesmo da primeira vez, o banco analisa os documentos e o valor da parcela não pode ultrapassar os 30% da renda familiar. As restrições para o novo financiamento está no uso do FGTS, conforme explicamos abaixo.

Posso usar FGTS na compra do segundo imóvel?
Utilizar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) na compra do primeiro imóvel não inviabiliza o uso do saldo restante na aquisição de outro. Contudo, o investimento só pode acontecer em cidade diferente da primeira propriedade comprada. Além disso, é necessário morar ou trabalhar na região em que pretende adquirir o segundo imóvel.

Também não pode haver nenhum financiamento ativo no SFH (Sistema Financeiro de Habitação), o único que permite o uso do FGTS e o mais popular na Caixa Econômica Federal. Por fim, só é liberado utilizar o saldo se ele não foi usado nos últimos 3 anos.

Modalidades de financiamento segundo imóvel

Com tantas regras para o uso do FGTS, não são todas as modalidades de financiamento vantajosas para a compra do segundo imóvel. Para lhe ajudar a escolher a melhor opção, separamos as principais formas de adquirir uma nova propriedade.

1. Refinanciamento

Nesta opção, o proprietário do imóvel coloca o seu bem como garantia financeira para receber o dinheiro e conseguir comprar a nova propriedade. Em algumas instituições, o refinanciamento pode chegar a 50% do valor do imóvel, sendo que o crédito é liberado entre 20 e 30 dias.

A modalidade exige uma avaliação do imóvel e da documentação, o que pode custar cerca de R$ 800. Além disso, o refinanciamento tem uma taxa de juros média de 1% ao mês. O principal risco de escolher esta modalidade é a perda do imóvel que foi refinanciado. Este perigo acontece quando o cliente se torna inadimplente e deixa de pagar as parcelas.

2. Financiamento Imobiliário
A opção mais comum também pode ser usado na compra do segundo imóvel. Assim como acontece no financiamento do primeiro bem, a modalidade continua tendo um custo mais alto por conta da cobrança de taxas de juros. Por outro lado, a aquisição acontece quase de imediato.

Vale ressaltar que o uso do FGTS nesta modalidade depende das condições que já apresentamos em outro tópico.

Essa é a opção menos recomendada para quem está comprando o segundo imóvel. Primeiro por ser a mais cara, e segundo porque como o proprietário já possui um imóvel quitado no nome, não tem porque contrair uma dívida simplesmente pelo imediatismo, uma vez que ele pode esperar. Simplesmente não faz sentido contrair uma grande dívida para investir na compra do segundo imóvel. Por ser a opção menos inteligente, é também a menos aconselhada.

3. Consórcio de imóveis

Por fim, temos o consórcio imobiliário, a opção ideal para quem quer economizar e não precisa do bem imediatamente. Nesta modalidade, a administradora reúne um grupo de pessoas que quer adquirir um imóvel para montar uma poupança em comum. Todos os meses, durante as assembleias, são escolhidos os contemplados com a carta de crédito. A contemplação pode acontecer por sorteio ou lance.

No caso do sorteio, como o nome já diz, um dos membros do grupo é sorteado com a carta de crédito no valor do plano que contratou. Este número não muda, independente de quantas parcelas já foram pagas. Também existe a oferta de lance. Nesta situação, o participante oferece uma antecipação das prestações para aumentar a sua chance de ser contemplado.

>> Acesse o nosso blog para saber como ofertar um lance vencedor no consórcio e garantir a sua carta de crédito o mais rápido possível.

Pelo fato do contemplado usar o dinheiro do grupo e não o dinheiro do banco, a taxa paga é consideravelmente menor uma vez que não tem juros como em um financiamento bancário. Enquanto no financiamento a taxa média anual é de 11% ao ano, os consórcios trabalham com uma taxa em torno de 1,3%.

Isso torna o consórcio imobiliário praticamente a opção ideal para quem deseja comprar um segundo imóvel. Além de não haver a necessidade de valor de entrada, esta modalidade é muito mais econômica que o refinanciamento e financiamento bancário.

A principal desvantagem é a demora para a aquisição, porém, para quem já está no segundo investimento, esta espera não é um grande problema.

Conseguiu conhecer as principais modalidade de financiamento para o segundo imóvel? Ficou com alguma dúvida? Conte para a gente nos comentários. Para outras dicas como essa, acompanhe as atualizações do nosso Blog.

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